quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

ESPERAR OU APRESSAR?

 Vivam de maneira santa e piedosa, esperando o dia de Deus e apressando a Sua vinda. 2 Pedro 3:11, 12, NVI

 Assim como em nossos dias, também havia nos dias do apóstolo Pedro quem zombasse da vinda de Cristo. Os cristãos sob seus cuidados necessitavam de orientação, ânimo e certeza. Com plena segurança de que o Senhor não falhará, o apóstolo se apressou em aconselhá-los. Reafirmou a certeza no cumprimento da promessa divina e lhes expôs o estilo de vida que deveriam manter enquanto aguardassem a manifestação do Salvador: “Que tipo de pessoas é necessário que vocês sejam? Vivam de maneira santa e piedosa, esperando o dia de Deus e apressando a Sua vinda” (2Pe 3:11, 12, NVI).

No entanto, algumas pessoas se perguntam: “Podemos apressar a vinda de Cristo? Deus não tem o controle absoluto da situação? Como poderíamos redirecionar, retardar ou adiantar a execução de Seus propósitos?” Inicialmente, será bom prestarmos atenção ao significado original das palavras “esperar” e “apressar” nesse verso. A primeira palavra, tradução do termo grego prosdokao, reflete uma “grande expectativa”, portanto ativa, prática, além do conhecimento meramente teórico de que algo vai acontecer. Ou seja, implica preparo, tendo em vista o desfecho do que é esperado. A segunda palavra é a tradução para o termo grego speud?, “continuamente apressando”; “veementemente desejando”, enquanto nos preparamos.

O próprio Jesus associou a espera ao envolvimento ativo na missão: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim” (Mt 24:14). “É privilégio de todo cristão, não só aguardar, mas mesmo apressar a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (Ellen White, Evangelismo, p. 696).

Fazer-nos participantes da missão que prepara o mundo para esse glorioso acontecimento, no entanto, não significa dependência humana da parte de Deus. “É privilégio” a nós concedido. Ele tem nas mãos o curso da História e a missão. “A Majestade do Céu tem sob Sua direção o destino das nações e os negócios de Sua igreja” (Ellen White, Testemunhos Seletos, v. 2, p. 352). Pode muito bem dirigi-las sem nossa ajuda. Anjos, por exemplo, poderiam concluir a missão de evangelizar o mundo. Contudo, o Senhor escolheu contar conosco, apesar de nós mesmos. Quanto a nós, não deveríamos nos omitir de trabalhar lado a lado com Aquele que graciosamente nos escolheu, a fim de compartilhar com todas as pessoas o plano da redenção para o ser humano.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/esperar-ou-apressar/

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

BREVE REFLEXÃO SOBRE A COMUNIDADE COSMOPOLITA

 Aprendei a fazer bem; procurai o que é justo; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas. Isaías 1:17

Independente de outros conteúdos associados a ele, o “cosmopolitismo” da nova elite global é certamente seletivo. É singularmente inadequado para o papel de “cultura global”: o modelo não pode ser espalhado, disseminado, compartilhado universalmente, usado como padrão a imitar numa missão de proselitismo e conversão. Como tal, é diferente das culturas que conhecemos e sobre as quais ouvimos falar, aqueles diferentes modelos da “vida decente e apropriada” que, durante a era moderna, costumavam ser expostos aos olhos do “povo” por seus líderes intelectuais, professores, pregadores e outros “reformadores”. O estilo de vida “cosmopolita” dos novos atores em secessão não foi feito para imitação das massas, e os “cosmopolitas” não são apóstolos de um modelo novo e melhor de vida, nem são a vanguarda de um exército em marcha. O que esse estilo de vida celebra é a irrelevância do lugar, uma condição inteiramente fora do alcance das pessoas comuns, dos “nativos” estreitamente presos ao chão e que (caso decidam desconsiderar os grilhões) vão encontrar no “amplo mundo lá fora” funcionários da imigração pouco amigáveis e severos em lugar dos sorridentes recepcionistas dos hotéis. A mensagem do modo “cosmopolita” de ser é curta e grossa: não importa onde estamos, o que importa é que nós estamos lá”.

(Comunidade: a busca por segurança no mundo atual, Zygmunt Bauman, p. 54 e 55).

domingo, 27 de dezembro de 2020

LIÇÕES PERFUMADAS

 Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia Nele, e o mais Ele fará. Salmo 37:5, ARA

Eu amo flores. De qualquer tipo. Basta um vasinho delas num canto da sala para me deixar feliz. Mas acho que elas não gostam de mim na mesma proporção. Não sei se exagero na quantidade de água ou de exposição ao sol. O fato é que elas ficam em minha companhia bem menos do que eu gostaria.

Ano passado, ganhei um vaso de orquídeas no meu aniversário, em maio. Lindas, perfumadas e delicadas. Deixei o vaso em um lugar de destaque na sala, só para ver, poucas semanas depois, as flores caindo ao chão. Finalmente, a haste onde havia flores secou por completo. Logicamente, fiquei bastante chateada. “Perdi a orquídea”, pensei. Logo ela passou a ser apenas uma folhagem num vaso bonito. Continuei regando-a semanalmente, procurando o melhor lugar para que ela pudesse receber claridade, sem excesso de calor.

Quando a primavera chegou, minha esperança de ter flores cresceu. No entanto, os meses foram passando e nada. Definitivamente, não veria mais flores naquele vaso.

Nas férias de janeiro, passei quase um mês fora de casa. Deixei minha orquídea na parte mais externa da sacada, para que ela recebesse da natureza apenas a água e o sol que precisaria. Afinal, eu já havia cuidado dela com atenção por oito meses, sem muito resultado. E qual foi a minha surpresa, ao retornar no fim de janeiro, e encontrar minha orquídea viva, forte e florescendo!

Ao observar de perto o crescimento da planta, quase que ouvi Deus falando comigo: “Você tentou por muito tempo. Porém, quando desistiu e deixou em Minhas mãos, pude fazer Meu trabalho.” Claro, Deus é especialista em cuidar das aves e dos lírios do campo! (Mt 6:26-30).

Você já pensou quantas coisas exigem de nós esforço para fazer algo dar certo – pessoas que precisamos perdoar, sentimentos ruins que desejamos eliminar e relacionamentos que queremos ver florescer – mas que, apesar de sucessivas e incansáveis tentativas, não conseguimos enxergar nenhum resultado bom?

Enquanto escrevo este texto, olho para as flores marrons e amarelas de minha orquídea, que estão brotando, uma após a outra. Seu perfume deixa um cheirinho gostoso por toda a sala. Uma lembrança silenciosa de que, se eu entregar a Deus aquilo que me entristece, frustra e machuca, Ele vai, no tempo Dele, cuidar de fazer nascer lindas flores onde hoje só existe decepção.

Sabrina Rostirolla Souza

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/licoes-perfumadas/

sábado, 26 de dezembro de 2020

SHABBAT SHALOM!!!


Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria. Malaquias 4:2


 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

NOME SEM IGUAL

 Ela dará à luz um f ilho e lhe porás o nome de Jesus. Mateus 1:21

O nome de Cristo tem sido fonte de inspiração para escritores, pregadores, compositores e cantores, que têm enaltecido o poder e atração irresistíveis que ele carrega. “Reis e reinos vão passar, mas existe algo nesse nome”, diz a letra original de uma belíssima canção composta por Bill e Gloria Gaither, conhecida em português pelo título “Cristo, algo existe em Ti”, que é cantada até hoje. O nome de Jesus abranda e ilumina com esperança o coração mais endurecido. Poderoso, tem resistido aos ataques de inimigos em suas tentativas de varrê-lo da face da Terra. Porém, ao contrário disso, um dia todos se curvarão diante desse Nome, reconhecendo-O como Rei eterno.

Nenhum outro é igual a Cristo. “Um nome que inspira devoção e o mais puro amor. O nome que Deus nos enviou como um presente […]. Esse nome nos quer curar”, e, quem O invocar, “perdão alcançará”, cantam os Arautos do Rei a canção “O Nome Cristo”, composta por Jader Santos. Para o Novo Tom e para nós, na letra e música de Valdecir Lima e Lineu Soares da canção “Cristo”, Ele é o “lírio do vale, a rosa de Saron […] o meigo e bom Pastor, o Pai da Eternidade […] Ele é vida, verdade e salvação.”

O anjo contou a José a razão pela qual o bebê deveria ser chamado Jesus: “Ele salvará o Seu povo dos pecados deles” (Mt 1:21). Em hebraico, Jesus significa “o Senhor é salvação”. Isso envolve todas as formas de manifestação de Sua graça. Assim, leprosos chamaram Seu nome e foram curados. Pecadores clamaram e foram perdoados e salvos. Enlutados tiveram de volta seus mortos. Demônios foram postos em fuga, deixando livres os que lhes eram cativos. Em nome de Cristo, os apóstolos continuaram a trajetória de maravilhas, e o poder nele contido está a nosso dispor. Nele, pedimos, e o Pai nos atende. Nenhuma bênção nos será negada sempre que confiarmos em Seu nome.

Sempre haverá razão para cantarmos junto com os Arautos: “Há poder em Teu nome, Jesus! / Há esperança em Teu nome, Jesus!” (canção “Em Nome de Jesus”, de Jader Santos). Agora, imagine o momento em que você pronunciará esse Nome, olhando nos olhos de Seu Autor. Não apague essa imagem de sua mente. Ela lhe fará muito bem neste dia.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/nome-sem-igual/

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

A ESCOLA CELESTIAL

Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2Co 4:17, 18).


Que esperança esses versos nos oferecem? Quais coisas eternas e invisíveis, prometidas por meio de Jesus, estamos aguardando? (Veja também Ap 21:1, 2; 2:7; 7:14-17).

Por mais reais que sejam as promessas oferecidas a nós em Jesus, por mais que tenhamos boas razões para crer nelas, o fato é que a Bíblia nos apresenta apenas sinais e vislumbres do que nos aguarda. No entanto, podemos ter a certeza de que essa vida futura será maravilhosa, pois podemos imaginar como a vida seria extraordinária em uma existência sem a devastação do pecado!

Toda a nossa dor e sofrimento; todas as coisas contra as quais lutamos aqui são consequências do pecado. Cristo veio desfazer tudo isso, e Ele restaurará a Terra ao que Deus originalmente pretendia que ela fosse antes da entrada do pecado. Na verdade, será ainda melhor, porque, em meio a todas essas glórias, poderemos para sempre contemplar as cicatrizes nas mãos e nos pés de Jesus, o custo de nossa redenção.

Ali, quando for removido o véu que obscurece nossa visão, e nossos olhos contemplarem aquele mundo de beleza do qual temos apenas vislumbres pelo microscópio; quando olharmos às glórias dos céus, hoje observadas de longe pelo telescópio; quando, removida a mácula do pecado, a Terra toda aparecer na ‘beleza do Senhor nosso Deus’ (Sl 90:17, versão King James) – que campo se abrirá ao nosso estudo! Ali o estudante da ciência poderá ler os relatos da criação, sem notar coisa alguma que lembre a lei do mal. Poderá escutar a melodia das vozes da natureza, e não perceberá nenhuma nota de lamento ou tristeza. Poderá enxergar em todas as coisas criadas uma escrita; contemplará no vasto Universo, ‘escrito em grandes letras, o nome de Deus’ (Recreations in Astronomy, Henry White Warren [1831-1912]); e nem na Terra, no mar ou no céu permanecerá um indício que seja do mal” (Ellen G. White, Educação, p. 303).

Pense como será viver para sempre em um mundo totalmente novo, sem tudo o que torna a vida aqui tão difícil. O que você imagina? Quais coisas você aguarda com ansiedade?

Fonte: https://mais.cpb.com.br/licao/ceu-educacao-e-aprendizado-eterno/ 

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

ALERTA MÁXIMO

 Sabe, porém, isto: nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. 2 Timóteo 3:1

Na série de conselhos dirigidos a Timóteo, Paulo não deixou de adverti-lo quanto ao ambiente em que ele exerceria seu ministério “nos últimos dias”. Tendo em mente que os cristãos daquela época já consideravam próxima a vinda de Cristo, o apóstolo mencionou a condição de frieza e apostasia em que estariam alguns religiosos: arrogantes, egoístas, desobedientes, ímpios, escravos dos prazeres, ingratos, insensíveis, irreconciliáveis, hipócritas, blasfemos, depravados, sem domínio próprio, cruéis e inimigos do bem (v. 2-5). Timóteo deveria ser cuidadoso em relação a esses, diante dos quais não poderia recuar no cumprimento do dever de apresentar fielmente a Palavra de Deus.

Contudo, a referência de Paulo também projeta uma visão do período em que vivemos. Não é necessário dizer muita coisa para descrevermos a natureza dos dias atuais. São tempos nos quais somam-se aos comportamentos indicados por Paulo outros sinais enumerados por Jesus Cristo aos discípulos (Mt 24). A recomendação do apóstolo para que Timóteo não convivesse com aqueles falsos religiosos, a fim de se proteger da influência deles, também é dirigida a nós. Precisamos nos afastar do mal e permanecer vigilantes (Mt 24:42).

Estamos perto do desfecho da história do mal e do pecado. Não há mais tempo para distrações. Conta-se que numa escola fundamental, duas alunas ocupavam-se em preparar uma lista de objetos pessoais que pretendiam levar para o que parecia ser um acampamento. No entanto, não se tratava disso. Elas haviam lido e ouvido sobre um tempo de tribulação antes da vinda de Cristo, e pensaram em se preparar para esse período. Se teriam que fugir para locais isolados, que nada lhes faltasse, pensavam. Era um gesto que mostrava a inocência delas, mas também revelava a fé que tinham na bendita esperança. A ideia de preparo foi levada muito a sério.

Passados 12 anos, uma daquelas meninas, agora com 22 anos, estava cursando medicina. Aquela lista já não passava de uma vaga lembrança perdida entre tantas outras prioridades. Às vezes, ela dizia pensar: “Ele virá em breve!” Então, questionava: “Passaram-se 12 anos, nada aconteceu! Talvez não venha!” E concluía: “Tenho medo de nunca mais ouvir a voz me dizendo que Ele virá!” E quanto a nós? Damos importância suficientemente ao fato de que Ele virá? A voz dessa realidade não pode ser abafada em nosso coração.

Fonte:https://mais.cpb.com.br/meditacao/alerta-maximo/

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

UMA REVOLUÇÃO

 Pois não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos. Atos 4:20

No evangelho de Lucas, Jesus recebe o Espírito. No livro de Atos, é a igreja que O recebe. No evangelho, as pessoas observam a ação do Espírito na vida de Jesus. Em Atos, as pessoas são cheias do Espírito e se tornam agentes de uma revolução.

Essa revolução começou no Pentecostes. Os homens que participaram dela não tinham medo de nada: enfrentaram feras, foram jogados em fogueiras e martirizados. Não se curvavam a não ser diante de Deus. Não amavam uma causa; amavam o Cristo ressuscitado. Tocaram em Jesus, andaram com Ele. Experimentaram Seu amor e foram transformados. Abalaram o mundo com o poder de Deus e o alcançaram com a mensagem da salvação. Promoveram uma revolução que mudou a história da humanidade.

Lucas não conviveu com Jesus, não viu Seus milagres nem ouviu Seus sermões. Mas ele escreveu sua versão da história porque O conheceu experimentalmente. Muitos já escreveram a história de Jesus e falaram do poder do Espírito. Mas a questão decisiva é esta: Qual é a sua versão da história?

Deus não está no passado. A história de Jesus não é um conto de fadas para a igreja dormir. Jesus está vivo. Ele está sentado à direita de Deus. O Espírito quer causar a mesma revolução que houve no Pentecostes. Muita gente vive das experiências, emoções, hinos e sermões do passado. Deus não está chamando uma geração para viver as experiências do passado. Ele está levantando uma geração para escrever o último capítulo de Atos!

É importante que você compreenda que toda grande revolução começa com mudanças individuais. Então, quem você acha que precisa mudar? Em geral, nos concentramos no que precisa mudar. Porém, a pergunta deve ser “quem precisa mudar?” Não se deixe enganar, a revolução começa comigo e com você. Se você não mudar, nada vai mudar. Comece essa revolução aos pés do Senhor. Mude dentro de você e busque viver a verdade.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/uma-revolucao/

domingo, 20 de dezembro de 2020

O DESTINO DOS MORTOS EM CRISTO

 Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co 2:9).

No século 17, um escritor francês chamado Blaise Pascal refletiu sobre a condição da humanidade. Para ele, um ponto era muito claro: não importava quanto tempo um ser humano vivesse (e naquela época a expectativa de vida era baixa) nem se a vida dessa pessoa fosse boa (e a vida naquela época também não era tão boa assim) – o fato é que, mais cedo ou mais tarde, essa pessoa morreria.

Além disso, o que quer que viesse após a morte seria infinitamente mais longo do que o curto período de vida aqui na Terra. Portanto, para Pascal, a coisa mais lógica que uma pessoa deveria descobrir é o destino dos mortos. E ele ficou surpreso ao ver as pessoas se preocupando com coisas como “a perda de emprego ou algum insulto imaginário à sua honra”, não dando atenção ao que aconteceria depois que morressem.

Pascal tinha razão. E não há dúvida do motivo pelo qual grande parte da Bíblia é dedicada às promessas reservadas para os que encontraram a salvação em Jesus, promessas relacionadas ao que os aguarda no futuro. Na segunda vinda de Jesus, os salvos ressuscitarão para a vida eterna. Após os mil anos, os perdidos ressuscitarão para a morte eterna (Ap 20).

Qual esperança é oferecida a nós? Leia Jo 6:54; 3:16; 1Jo 5:13; 1Tm 1:16; Jo 4:14; 6:40; Jd 1:21; Tt 3:7. A esperança da ressurreição e da vida eterna com Cristo.
A vida eterna faz muito sentido à luz da cruz; na realidade, à luz da cruz, nada mais faz sentido senão a vida eterna. Afinal, qual teria sido o propósito do Criador, Aquele que “fez o Universo” (Hb 1:2), em quem “vivemos, e nos movemos, e existimos” (At 17:28), ao encarnar em um corpo humano e morrer nesse corpo, se o nosso destino fosse apenas morrer e apodrecer como animais atropelados à beira da estrada?

Por isso, o Novo Testamento inclui muitas promessas de vida eterna, pois somente a eternidade garante restituição. Nem um bilhão de anos de bons momentos compensariam os momentos ruins passados aqui. Unicamente a eternidade pode equilibrar todas as coisas e superar infinitamente os sofrimentos e limitações produzidos pela história do pecado.

Pascal acertou ao dizer que nosso tempo aqui é muito limitado, se comparado ao que está por vir. É tolice não estarmos prontos para a eternidade.

O que você diria a alguém que mostra completa indiferença à questão da eternidade? Como ajudar essa pessoa a perceber que essa posição é absurda?

Fonte do Texto: https://mais.cpb.com.br/licao/ceu-educacao-e-aprendizado-eterno/


quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

HISTÓRIA DISSONANTE

 Assim foi levada Ester ao rei Assuero, à sua casa real, no décimo mês, que é o mês de tebete, no sétimo ano do seu reinado. Ester 2:16

Do ponto de vista literário, o livro de Ester é um relato dissonante. Por exemplo, quando foi descoberto o plano de traição de Hamã, ele implorou à rainha por sua vida. Mas, enquanto suplicava misericórdia, ele acidentalmente caiu sobre a rainha, exatamente no momento em que o rei entrou em cena. Sua falta de jeito poderia ser bem-humorada, não fosse pelo momento infeliz e pelas consequências mortais.

A narrativa em si é dissonante. A história gira em torno de dez banquetes. No começo, houve um banquete para Vasti, e, no final, um para Ester. Cada banquete alterou para sempre a vida da anfitriã. Elas foram impactadas de maneiras opostas pelos banquetes que prepararam. Até o enredo é dissonante. Mordecai, descendente de Quis, um benjamita, e Hamã, um agagita, foram envolvidos em uma disputa ancestral entre Saul, filho de Quis, da tribo de Benjamim, e Agague, antigo rei dos amalequitas, a quem Saul não exterminou, apesar da ordem divina.

A protagonista do livro, Ester, também é uma personagem dissonante. Para alguns, ela é uma mulher fiel que, arriscou a vida para salvar seu povo da morte. Para outros ela é questionada em sua fé. Por que ela escondeu sua identidade judaica? Por que ela se casou com um rei incrédulo? Por que participou de um concurso de beleza?

Alguns argumentam que Ester foi vítima das circunstâncias, outros mencionam Daniel e seus três amigos, que, mesmo correndo risco de vida, não abriram mãos de seus princípios. Seja como for, a história de Ester mostra que Deus pode nos usar quando nos entregamos completamente a Ele.

Um fato curioso dessa história é que o livro de Ester não menciona o nome de Deus. Teria Ele estado ausente? A resposta óbvia é não! Um leitor atento não pode deixar de vê-Lo. Ele estava orquestrando a salvação de Seu povo com medidas além do que Seus filhos podiam imaginar.

A verdadeira educação nos prepara a fim de que, nos momentos mais difíceis de nossa vida, quando Deus está oculto, possamos ver Aquele que é invisível.

Quais são as áreas dissonantes em sua vida nas quais você percebe a misericórdia e o cuidado de Deus?

Fonte: https://mais.cpb.com.br/jovens/a-escola-da-vida/

TRABALHO X VOCAÇÃO

Para o homem não existe nada melhor do que comer, beber e encontrar prazer em seu trabalho. E vi que isso também vem da mão de Deus. Eclesiastes 2:24

O trabalho é fundamental para o funcionamento da sociedade e para a conquista de nossos objetivos de vida. Minha experiência com o trabalho é gratificante. Fui abençoado com um chamado espiritual e vocacional que se ajusta perfeitamente às minhas habilidades. Gosto do que faço, mas sei que não é todo mundo que vê em seu trabalho uma aventura.

Também existem coisas de que não gosto em meu trabalho, mas elas fazem parte de minhas obrigações. Então procuro realizar primeiramente as coisas difíceis. Isso exige boa dose de persistência. Mas conheço o resultado final, por isso prossigo com determinação. Sei que aquilo é essencial para o cumprimento da tarefa. Também consigo antever o prazer da tarefa concluída. Veja que uma coisa depende da outra. Gostar de trabalhar me mantém não apenas concentrado em minha missão, mas também entusiasmado.

Eu sei que quase todas as pessoas precisam trabalhar para garantir seu ganha-pão. Não é fácil levantar todas as manhãs para realizar um trabalho que às vezes parece não ter significado. Por isso, é importante correr atrás de seus sonhos. Deus tem um sonho sob medida para cada pessoa. Chamamos isso de vocação. Vocação é quando sentimos que Deus está nos chamando para fazermos juntos algo verdadeiramente grande. Seu trabalho precisa ser a sua vocação, não apenas uma tarefa profissional. Qualquer trabalho garante um salário no fim do mês; a vocação garante satisfação no fim da tarefa. Você executa o trabalho porque tem que dar satisfação para seu empregador; a vocação faz parte do plano de Deus para sua vida.

Se você foi abençoado com um trabalho apenas para cobrir seus custos, procure encaixar sua vocação naquilo que está fazendo. Ou seja, procure se esforçar para gostar daquilo que está fazendo. Outra dica: procure pontos de interesse entre as exigências e o prazer. Caso contrário, os dias vão se arrastar diante de você, ou você vai se arrastar todos os dias que tem pela frente.

A recompensa do trabalho é temporária; a recompensa da vocação é eterna.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/trabalho-x-vocacao/


terça-feira, 15 de dezembro de 2020

TEMPO PARA DESCOBRIR PRIORIDADES

 Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor. Marcos 2:28

Os altos e baixos da experiência de Israel com Deus estavam intimamente ligados à maneira pela qual o povo se relacionava com o sábado. Deus considerava a relutância deles em respeitar o sábado como um sinal de Sua irrelevância na vida do povo (Jr 17:19-27). Um compromisso renovado com o sábado também fazia parte da restauração – um sinal de que as prioridades estavam corretas. Isaías 58 retrata um contraste interessante.

O que Deus disse ao Seu povo em Isaías 58:1-14? Por que isso é relevante para nós hoje?

Os israelitas estavam se passando por seguidores de Deus em sua adoração e em seu jejum. Porém, sua maneira de viver depois que acabavam de adorar mostrava que eles estavam apenas fingindo um comportamento correto; não havia compromisso sincero com a lei de Deus. Isaías prosseguiu, no capítulo 58, identificando o que Deus esperava de Seu povo.

Isso não é tudo. Leia Isaías 58:13, 14. Por que Deus Se concentrou no sábado no fim desse capítulo? Nesses versos, o profeta usou frases semelhantes às do restante do capítulo: que te desvies de cuidar “dos teus próprios interesses”; não sigas “os teus caminhos”; não pretendas “fazer a tua própria vontade” nem fales “palavras vãs”, advertiu o profeta. Em outras palavras, o sábado não é o tempo para seguir a rotina de adoração enquanto acalentamos nossos próprios pensamentos e vivemos de maneira indiferente à genuína vida de adoração. O sábado deve ser “deleitoso” e “digno de honra”. No contexto do restante do capítulo, o sábado diz respeito a nos deleitarmos em descobrir o caráter e os propósitos de Deus, e então viver esse caráter e esses propósitos em nossa relação com os outros. Não basta conhecer a forma da observância e da adoração no sábado. O aprendizado deve impactar a vida. O sábado é o tempo para descobrir e viver prioridades.

Fonte do Texto: https://mais.cpb.com.br/licao/sabado-experimentando-e-vivendo-o-carater-de-deus/#licaoTerca

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

MELHOR AMIGO

 Vocês serão Meus amigos, se fizerem o que Eu lhes ordeno. Já não os chamo servos, porque o servo não sabe o que o seu senhor faz. Em vez disso, Eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de Meu Pai Eu lhes tornei conhecido. João 15:14, 15

Meu esposo estava no último ano de Teologia, e nós havíamos decidido que ele ia se aprofundar mais nos estudos. Pensamos que seria importante que ele fizesse mestrado e doutorado antes de servir como pastor. Eu orava fervorosamente todos os dias: “Senhor, abençoa nossos planos!” Só não passava pela minha cabeça que esse não era o plano de Deus para nossa vida.

Passei um bom tempo orando dessa forma, até que uma amiga me alertou dizendo que talvez essa não fosse a vontade de Deus para nós. Então resolvi mudar minha oração: “Senhor, minha vontade é essa, mas eu gostaria que fosse feita a Tua vontade, não a minha.” Passei quase uma semana orando incessantemente por esse motivo, clamando a Deus para que Ele falasse comigo.

Em certa madrugada, tive um sonho diferente. Sonhei com o próprio Jesus. Lembro-me muito bem daquela conversa. Perguntei-Lhe se estava sabendo de minha aflição e se me responderia, mas Sua única reação era balançar a cabeça positivamente. Ao fim da conversa, Jesus me disse: “Fale comigo da mesma forma que você fala com seus amigos.” Embora fosse apenas um sonho, aquele encontro me impressionou profundamente.

De fato, Jesus me respondeu por meio daquele sonho. Aliás, Ele me deu muitas evidências de que meu plano não seria tão bom quanto o Dele. Assim, meu marido e eu aceitamos o chamado de Deus, e Ele deu a meu esposo a oportunidade de fazer o mestrado sem precisar adiar sua obra como pastor.

Essa experiência me ensinou que, enquanto me preocupava com outras coisas, Jesus queria apenas que eu me tornasse amiga Dele. Tente imaginar o mais puro e sincero sentimento de um amigo e pense como seria bom ter uma amizade íntima com o próprio Jesus. O plano de Deus para meu esposo era espalhar a mensagem da volta de Jesus por meio do ministério pastoral e não por meio da pesquisa teológica.

Neste dia, faça de Jesus seu melhor amigo e entregue a Ele suas preocupações e anseios. Nunca se esqueça de que os planos de Deus são sempre melhores do que os nossos.

Braulia Lidiane Tavares de Araújo Lopes

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/melhor-amigo-2/

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

LOUVOR PERFEITO

 Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares, proclamando em grande voz. Apocalipse 5:11

Alguma vez você teve a curiosidade de saber quantos anjos existem? Sempre há quem procure calcular a quantidade deles tendo como base o significado das expressões numéricas mencionadas na Bíblia. Às vezes, especula-se sobre quantos são os anjos da guarda: Um para cada pessoa? Um para certa quantidade de pessoas? E não falta a confusão instigada pelo anjo inimigo, que oferece respostas por meio de instrumentos místicos à disposição dele para promover o engano.

Ao comentar o nosso verso de hoje, Russell Champlin informa que “o grego diz, literalmente, ‘dez milhares de dez milhares’, ou então ‘miríades de miríades’. O termo original significava ‘dez mil’, mas em combinações como a que temos, o seu sentido é número ilimitado’ […]. No caso do presente versículo, ‘incontáveis milhares’ seria uma boa tradução. Tal uso do verbo expressa um número imenso, não definido” (O Novo Testamento Interpretado, v. 6, p. 458).

Ellen White escreveu que “milhares de milhares e milhões de milhões eram os mensageiros celestiais vistos pelo profeta Daniel. O apóstolo Paulo declarou serem ‘muitos milhares’ (Dn 7:10; Hb 12:22)” (A Verdade Sobre os Anjos, p. 10). Mais importante do que contá-los exatamente, é sabermos que eles estão a serviço do Altíssimo em nosso favor. Seguramente, você já viveu uma experiência, ouviu de outros que a vivenciaram, na qual o ministério protetor dos anjos se fez presente. “O anjo do Senhor acampa-Se ao redor dos que O temem e os livra” (Sl 34:7). Além disso, há situações de livramento que somente conheceremos na eternidade.

Evidentemente, obtemos segurança em nossa caminhada, sabendo que não estamos sós, mas protegidos por esses agentes invisíveis. Não podemos ignorar outro aspecto da atividade deles: o louvor incessante a Deus. Isaías os viu cantando: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a Terra está cheia da Sua glória” (Is 6:3). No Céu, anjos celebram a conversão de “um pecador que se arrepende” (Lc 15:10).

Davi os incluiu em seu convite para bendizer ao Senhor por Sua misericórdia: “Bendizei ao Senhor, todos os Seus anjos, valorosos em poder” (Sl 103:20). Louvor é o estilo de vida celestial. Devemos nos unir a eles nessa prática. João viu anjos celebrando em “grande voz” o Autor da redenção. Pela graça de Deus, participaremos desse coral!

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/louvor-perfeito/

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

TRABALHO E ESPIRITUALIDADE

Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl 5:25).

O trabalho e a espiritualidade são inseparáveis. O cristianismo não é uma peça de roupa que pode ser vestida ou tirada quando mudamos de humor ou passamos por diferentes fases da vida. Em vez disso, o cristianismo cria um novo ser que se manifesta em todas as dimensões da vida, inclusive no trabalho.

Leia Gálatas 5:22-26. Quais dons descritos por Paulo também descrevem você e seu trabalho?

A pessoa “espiritual” é descrita como “aquela que manifesta os frutos do Espírito à sua maneira” (The Expository Dictionary of New Testament Words [Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento], William Edwy Vine). A partir disso, podemos concluir que, mediante nossa conexão com Cristo, nós, seres humanos, agiremos como cristãos em todos os aspectos da nossa vida.

Certa vez, um paciente estava à beira da morte no Hospital da Flórida, enquanto seu amigo mais próximo fazia vigília ao lado do leito. Os enfermeiros entravam no quarto e dele saíam, cuidando das necessidades do paciente. Procurando manter a conversa, o amigo perguntou aos enfermeiros onde eles tinham estudado. Muitos disseram que haviam estudado no Florida Hospital College [Faculdade do Hospital da Flórida].

Isso causou uma grande impressão no amigo. Posteriormente, ele fez várias visitas ao Florida Hospital College para ver como era. Por quê? Porque os enfermeiros que haviam estudado naquela faculdade pareciam constantemente oferecer ao seu amigo moribundo um atendimento mais gentil e compassivo do que aqueles que haviam estudado em outros lugares. Ou seja, ele foi capaz de ver uma grande diferença entre eles e os outros no que diz respeito à atitude deles para com o amigo que estava à beira da morte.

Portanto, ele fez muitas perguntas sobre a faculdade e sua missão e, por fim, deixou uma doação de 100 mil dólares para que a instituição educasse mais enfermeiros, como aqueles que ele havia visto em ação. Certamente a espiritualidade é um modo de viver.

Como você manifesta espiritualidade em suas tarefas diárias? Em sua opinião, qual é a impressão que você causa?

Fonte do Texto: https://mais.cpb.com.br/licao/o-cristao-e-o-trabalho/ 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

ANJO NO TELHADO

 Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus. Filipenses 2:5

A campainha tocou. Eu tinha acabado de sair do banho. Fazia muito frio. Pensei seriamente em não atender e apenas espiar pela cortina entreaberta. Quem poderia ser? Não era ninguém conhecido, mas a insistência da campainha continuava… E até me irritou, confesso. No entanto, a curiosidade foi maior. Dei meia-volta e olhei novamente. Vi um homem com um papel nas mãos, de aparência nada agradável. Em tom audível, perguntei o que ele queria.

Posso dar uma prosa com a senhora? – Era quase um lamento. Sem pensar muito, abri a porta e me dirigi ao portão que, por sinal, não era muito seguro. Senti medo, mas algo me impulsionava para a frente.

Maltrapilho, descabelado, olhar triste e suplicante. Fui armada de coragem e perguntei o que ele queria. A essa altura, meu coração estava sensibilizado. Ouvi então uma voz suave, baixa, um pouco rouca:

Senhora, já bati em tantas casas, e ninguém me atendeu. Já estava desistindo quando olhei para trás e vi um anjo no telhado de sua casa. Então me animei e toquei a campainha novamente, aí a senhora veio em minha direção.

Bem que eu gostaria de ter visto. Seria o meu anjo ou o dele? Minha fé vacilou, e não tive coragem de olhar… Senti vergonha de mim mesma depois. Perguntei o que poderia fazer por ele.

Tenho fome, frio e preciso do remédio que está escrito neste papel. Pode me ajudar? Só insisti porque aqui foi a única casa que tinha um anjo no telhado, e ele continua lá… – ele apontou o dedo sujo e torto para o telhado.

Não sabia se ele havia visto mesmo um anjo. No momento, fiz por ele o que pude. Dei-lhe algo quente para tomar, alimento para comer, um cobertor e uma almofada para que ele pudesse dormir em nossa garagem. Dei também o livro Caminho a Cristo. Falei para ele sobre o amor de Jesus por todos nós.

Agradecido, ele disse para eu não me preocupar, pois sairia logo ao amanhecer.

Não fiz grande coisa por aquele homem. Hoje, penso que fiz por mim mesma. Deus me deu aquela oportunidade para entender o amor em sua verdadeira prática, o que nem sempre é fácil. Apesar de não saber a identidade daquele senhor, sei que, se conhecermos verdadeiramente a Deus, sempre teremos a mesma atitude de Jesus (Fp 2:5). Precisamos estar disponíveis e fazer nossa parte com os recursos que Ele nos dá para que o Espírito Santo nos use. Você tem certeza de que já conhece esse Jesus e Seu amor?

Ieda Martins de Oliveira

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/anjo-no-telhado/

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

LEMBRA-TE

Lembra-te de que Jesus Cristo, que é da descendência de Davi, ressuscitou dentre os mortos, segundo o meu evangelho; 2 Timóteo 2:8

Ao passar o tempo e ver o tempo passar, em várias circunstâncias, veio-me o amadurecimento de entender que o Criador nos dotou de duas possibilidades importantes, a capacidade de lembrar e a de esquecer. Hoje, compreendo que há coisas no passado que não vale a pena ser recordadas, mas que os acontecimentos passados devem ser pesquisados, pois podemos aprender algumas lições com nossos ancestrais para não cometermos os mesmos erros, porém aperfeiçoar os acertos. Todavia, se existe algo salutar para trazer à memória é a vida, a missão, o sacrifício, a morte e a ressurreição de Jesus de Nazaré da Galileia, o Cristo. Portanto, "Lembra-te de que Jesus Cristo, que é da descendência de Davi, ressuscitou dentre os mortos, segundo o meu evangelho" (II Tim 2:8).

JCML 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

SACRIFÍCIO PESSOAL

Adquire sabedoria, adquire inteligência, e não te esqueças nem te apartes das palavras da minha boca. Provérbios 4:5

A bondade não é alcançada por meio de capacidade intelectual, pela eficiência administrativa, nem pela riqueza. Não são as pessoas mais bem-sucedidas que causam maior impacto na sociedade; são as que mais se importam com os outros. O amor é a maior motivação. Aqueles que amam a Cristo estão sempre determinados e dispostos a fazer o bem.

Talvez você se sinta desmotivado, achando que não possui nada de bom para oferecer, nem seja dotado de algum dom para usar na obra de Deus. Contudo, uma vida de consagração altruísta ao Senhor, de disciplina e de perseverança receberá de Cristo os maiores dons da graça. Os desafios que nosso mundo enfrenta não são a falta de mentes brilhantes, contas bancárias polpudas nem maiores recursos. A necessidade desesperada de nossa sociedade é a de homens e mulheres que sejam condutos da graça e da bondade de Deus para aqueles que precisam.

A sabedoria usa o conhecimento que possui e pergunta a si mesma: “Qual é o bem que posso realizar com as informações que obtive?” Para fazer o bem é necessário sacrifício pessoal. Pensar nos outros antes de pensar em nós. A sabedoria que vem do Alto se preocupa com a salvação e o bem-estar dos outros. Ela usa o conhecimento em harmonia com a Palavra de Deus.

Jesus é sabedoria. “No princípio era Aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus” (Jo 1:1). Ele não é apenas a Palavra de Deus; Ele é Deus, a Palavra. Jesus é a própria sabedoria. Portanto, “procure obter sabedoria” (Pv 4:5). Pois, se isso fizermos, estaremos desenvolvendo o caráter à semelhança de Cristo, e realizando a obra da verdadeira educação.

Fonte do texto: https://mais.cpb.com.br/jovens/educacao-sabedoria-e-carater/ 

domingo, 6 de dezembro de 2020

ENQUANTO ELE NÃO VEM

 E a si mesmo se purifica todo o que Nele tem esta esperança, assim como Ele é puro. 1 João 3:3

A vinda de Cristo foi profetizada por Enoque (Jd 14, 15). Jó a contemplou pela fé (Jó 19:25). Isaías predisse um dia de vitória para o povo de Deus no qual Ele “tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos” (Is 25:8). Miqueias viu o estabelecimento do monte santo de Deus (Mq 4:1), assim como Zacarias falou do futuro reinado divino (Zc 14:9). Sofonias se referiu ao Dia do Senhor (Sf 2; 3:9-20), a Daniel foi mostrado o desfecho da história humana com a vinda de Cristo (Dn 2:34, 35, 44, 45).Para os discípulos, a vinda de Jesus não estava no rol de “fábulas engenhosamente inventadas” (2Pe 1:16).

Os primeiros cristãos tinham entusiasmo pela bendita esperança da vinda de Cristo. Entre eles, soava como falta de fé a atitude de não desejar com todo o ser a vinda do Senhor. Junto a isso estava a consciência de que a conduta deles deveria expressar a dignidade da vida futura, o que significa viver em preparo para aquele dia. Por isso, Paulo aconselhou: “A noite está terminando, e o dia vem chegando. Por isso paremos de fazer o que pertence à escuridão e peguemos as armas espirituais para lutar na luz. Vivamos decentemente, como pessoas que vivem na luz do dia. Nada de farras ou bebedeiras, nem imoralidade ou indecência, nem brigas ou ciúmes” (Rm 13:12, 13; NTLH).

Ao mencionar a expectativa de vermos Jesus e sermos afinal semelhantes a Ele, João indicou a necessidade de anteciparmos pela fé, em relacionamento com o Rei vindouro, essa experiência: “E a si mesmo se purifica todo o que Nele tem esta esperança, assim como Ele é puro” (1Jo 3:3). “Essa esperança está sempre acompanhada pela disposição de esperar, em suportar as circunstâncias mais difíceis que ameaçam a dedicação do crente a seu Senhor, e a crescer na graça santificadora de Deus” (Ángel Rodríguez, O Futuro, p. 157). Ela nos faz acreditar no Espírito como agente de nossa transformação à semelhança de Cristo. Ou seja, enquanto Ele não vem, o mundo precisa vê-Lo em nós (Gl 2:20).

Não há outro caminho para obtermos a purificação a não ser o firme apego a Jesus. Mantenhamo-nos perto Dele, tendo nosso amor, os pensamentos e a vontade voltados para Ele. Enquanto Cristo não vem, nossa oração diária deve ser: “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais branco que a neve” (Sl 51:7).

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/enquanto-ele-nao-vem/

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

VAMOS CANTAR

SHABBAT SHALOM!

 

Se me amais, guardai os meus mandamentos. João 14:15

ESTUDO ADICIONAL

 No princípio criou Deus os céus e a terra. Gênesis 1:1

Existem duas razões pelas quais a ciência, que acerta em tantas coisas, entende a questão das origens de maneira equivocada: (1) a ciência acredita que deve buscar respostas apenas no mundo natural; (2) a ciência supõe que as leis da natureza devam permanecer constantes. No entanto, ambas as razões estão erradas no tocante às origens.

A primeira razão, que requer causas naturais para eventos naturais, funciona bem para o monitoramento de furacões, mas é completamente inútil no que diz respeito às origens, que começam assim: “No princípio, criou Deus os céus e a Terra” (Gn 1:1). O que a ciência, que nega o aspecto sobrenatural nas origens, nos ensina sobre origens que foram totalmente sobrenaturais?

E a constância da natureza? Isso parece fazer sentido, porém Romanos 5:12 pressupõe um ambiente natural descontínuo e qualitativamente diferente de tudo o que a ciência hoje confronta. Um mundo em que a morte não existia é radicalmente diferente de tudo o que podemos estudar hoje, e a suposição de que as condições anteriores e posteriores ao pecado eram muito semelhantes quando não eram, também levará a erros.

Portanto, a ciência erra em relação às origens, pois nega dois aspectos cruciais da criação: a força sobrenatural por trás dela e a radical descontinuidade física entre a criação original e o que está diante de nós hoje.

Fonte do texto: https://mais.cpb.com.br/licao/educacao-em-artes-e-ciencias/

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

UNIDOS PELO AMOR

 Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal. Romanos 12:10

A globalização abriu as portas do mundo, e a internet rompeu limites; mas, num paradoxo curioso, os relacionamentos nunca pareceram tão superficiais. As pessoas estão cada vez mais distantes. Faz algum tempo, vi uma fotografia engraçada. Se é montagem ou foi tirada de forma proposital, não sei. O fato é que ela chama a atenção para esse distúrbio social, retratando seis pessoas de uma família que teriam ido visitar a avó queixosa da solidão. Sentados na sala, todos os visitantes usavam seus smartphones sob o olhar da ainda solitária vovó. Estar ligado a alguém por quaisquer meios virtuais, mas relacionar-se pessoalmente sob a motivação do amor que se importa, se doa, compartilha, se solidariza e algo mais, é o que vale. Curtidas, cutucadas ou compartilhamentos virtuais, de fato, valem pouco.

Precisamos pensar na importância de estarmos mutuamente envolvidos e solidários. No livro Firme Seus Valores, Charles Swindoll aborda esse tema. Ele define a expressão “estar envolvido” como “ser participante, manter relacionamento próximo, estar incluído” (p. 26, 27). Isso quer dizer que precisamos nos importar com nosso semelhante. A solidão, a angústia, a tristeza, enfim, todas as dificuldades da vida serão mais facilmente suportadas e superadas se ele puder contar com nossa empatia. Ou, se nos dispusermos a ouvi-lo, não julgá-lo, ligar-nos emocionalmente ou apenas dizer, com palavras e ações: você não está só.

O apóstolo Paulo aconselhou: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal. Outra versão diz: “Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal” (NVI). Isso implica sentimento de irmandade. Irmãos carnais se encontram, abraçam-se, sorriem e choram juntos, compartilham sentimentos. Deveria ser diferente com irmãos em Cristo? A Bíblia Viva apresenta o verso assim: “Não finjam apenas amar uns aos outros: amem realmente. […] Amem-se uns aos outros com afeição fraternal” (v. 9, 10).

Contudo, muitos “irmãos”, de acordo com a comparação feita por Swindoll, comportam-se como porcos-espinhos numa noite de inverno. O frio os aproxima; porém, começam a se espetar, e eles se afastam novamente. Deus, por Sua vez, quer que nos envolvamos. “Levai as cargas uns dos outros” (Gl 6:2); “alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram” (Rm 12:15). O mundo e a igreja serão melhores à medida que cultivarmos a virtude da empatia.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/unidos-pelo-amor/