quinta-feira, 30 de abril de 2020

ARREBATAMENTO SECRETO OU VISÍVEL?


Da maneira que viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação.
Daniel 2:45

Haverá um arrebatamento secreto? O sonho de Nabucodonosor e a interpretação dada por Daniel indicam que a segunda vinda de Cristo será um evento catastrófico que atingirá os pés da estátua e a destruirá inteiramente. A volta de Cristo à Terra significará o fim de todos os poderes terrenos.
A falsa doutrina do arrebatamento secreto defende a ideia de que os seguidores fiéis de Cristo serão removidos secretamente da Terra e levados para o Céu. Os demais que permanecerem aqui passarão por um período de tribulação, mas depois terão uma “segunda chance” de salvação. Até mesmo por meio de uma leitura superficial de Daniel 2 pode-se verificar que um arrebatamento secreto não será possível, dada à maneira em que a segunda vinda ocorrerá. Ela virá como uma imensa “pedra” que põe fim a toda a História humana.
A teoria do arrebatamento secreto se fundamenta em duas ideias principais: a expressão “como ladrão à noite” (1Ts 5:2) e a expressão “uma [pessoa] será levada, e a outra, deixada” (Lc 17:34, NTLH). A ideia do ladrão à noite pode ser facilmente descartada pela simples leitura de 2 Pedro 3:10: “O dia do Senhor, porém, virá como ladrão. Os céus desaparecerão com um grande estrondo, os elementos serão desfeitos pelo calor, e a Terra, e tudo o que nela há, será desnudada”. Isso pode ser interpretado como secreto? A expressão “ladrão à noite” se refere à noção de que, assim como um ladrão vem no momento em que menos se espera, a vinda de Jesus acontecerá de repente, e muitos serão pegos de surpresa. Não significa que ela será um evento secreto, nem oculto para que as pessoas não possam ver.
O outro “mantra” do arrebatamento secreto é a frase: “Uma será levada, e a outra, deixada” (ver Lc 17:24-37, NTLH). No verso 37 Jesus deixou uma indicação da condição dos ímpios, quando os discípulos perguntaram: “Onde, Senhor?” e Jesus respondeu: “Onde houver um cadáver, ali se ajuntarão os abutres”. Em outras palavras, os ímpios não receberão uma segunda chance. Os que estiverem vivos, na segunda vinda de Cristo, morrerão e servirão de alimento para os pássaros (ver Ap 18:17, 18).

domingo, 26 de abril de 2020

DEUS TEM UM PROPÓSITO


Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque viram que era um menino formoso; e não temeram o mandamento do rei.
Hebreus 11:23

O Faraó do Egito estava enfurecido pela multiplicação do povo judeu que era cativo em suas terras. Por isso, ordenou que matasse toda criança do sexo masculino que nascesse de uma mulher judia. Anrão e Joquebede desobedeceram a ordem e conseguiram salvar a vida de seu filho recém-­nascido. Eles sabiam que os 400 anos da aflição de Israel estava chegando ao fim, e esperavam que Deus logo suscitasse um libertador. Quem sabe essa não seria a missão de seu bebê? Motivados por essa esperança e possibilidade, esses pais judeus desafiaram as circunstâncias e venceram o medo das consequências a fim de salvar a vida de seu filho (Hb 11:23).
Quando não mais puderam mantê-lo em casa com segurança, Joquebede fez um cestinho, colocou Moisés nele e o deixou junto à margem do rio Nilo. Pela providência divina a filha de Faraó viu o bebê. Miriã, a irmã de Moisés, estava por perto, vigiando. Ela foi até a princesa que acabou contratando a própria mãe de Moisés para cuidar dele até que ele completasse 12 anos. Fico imaginando as orações de Joquebede quando deixou seu filho nas águas do Nilo! A resposta divina foi incrível. A vida de seu filho foi poupada e ela teve o privilégio de educá-lo no temor do Senhor!
Certamente ela não desperdiçou nenhum minuto durante aqueles 12 anos. Afinal, era todo o tempo que ela possuía para educar e preparar seu filho. Se estivéssemos mais conscientes da realidade do nosso amanhã quão mais diligentes seríamos em fazer o melhor uso de nosso tempo, hoje?
A principal preocupação de Moisés, aos 12 anos, não era se tornar um craque no videogame e entretenimentos da época, mas permanecer fiel à sua identidade como integrante do povo escolhido de Deus apesar das tentações que o rodeavam no palácio do Faraó.
Durante os primeiros 12 anos da vida de Moisés, Joquebede conseguiu implantar nele uma identificação tão grande com o povo de Deus, que ele, “quando cresceu, recusou ser tratado como neto do rei, e escolheu partilhar os maus-tratos do povo de Deus, em vez de desfrutar os prazeres passageiros do pecado” (Hb 11:24, 25, A Bíblia Viva). Moisés se tornou tão consciente de sua identidade que o luxo do palácio não conseguiu induzi-lo a se desviar de sua missão.
A perspectiva de sofrimento não o fez desistir de cumprir o propósito divino.

sábado, 25 de abril de 2020

#LEIAOLIVRO


Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração. Hebreus 4:12

A Bíblia é um livro atemporal. Ela possui princípios de vida que nos orientam sobre o melhor caminho a seguir. A Bíblia não é um livro comum. Certa vez, alguém disse que ela é o único livro que você lê acompanhado do Autor. Quando você a lê, está olhando para Deus, e Ele, para você. A Bíblia fechada é apenas um livro, mas, aberta, é a boca de Deus. Ela é viva.
Encontro muita gente que gostaria de ouvir a voz de Deus, mas não lê as Escrituras. A Bíblia é a Palavra de Deus. Ele nos deu 66 livros, escritos originalmente em três línguas (hebraico, grego e um pouco em aramaico). Mais de 40 escritores, em um período de mais de mil anos, redigiram o que Deus lhes inspirou. Entre os escritores estão reis, pastores, sacerdotes, pescadores, alguns homens simples e outros estudados. Essa diversidade mostra que Deus pode inspirar quem Ele quiser.
A Bíblia tem histórias incríveis, sermões poderosos, cartas apaixonadas, orações sinceras, milagres impressionantes e hinos maravilhosos. Acima de tudo, ela é “O Livro”. Seu conteúdo tem apenas um objetivo: contar a história grandiosa do amor de Deus pela humanidade e do preço que Ele Se dispôs a pagar para nos restaurar à plena comunhão Consigo.
Por anos tenho usado #leiaolivro com os jovens. Com isso, tenho procurado despertar o interesse da juventude pela leitura diária da Bíblia. O que um homem prega pode ser esquecido, mas a Palavra não.
Precisamos de um referencial seguro. Já imaginou se todos na igreja fizessem da leitura da Bíblia uma prioridade? Quando alguém questionasse nossa fé, responderíamos com verdades da Bíblia. Quando precisássemos de respostas, não procuraríamos nos filósofos, mas na Bíblia. A mensagem das Escrituras permanece para sempre. Ela determina aquilo em que cremos e pauta nossa vida.
Então #leiaolivro. Faça disso uma prioridade. Antes de fazer qualquer coisa pela manhã, leia o Livro. Antes do café da manhã, o Livro. Antes da faculdade, o Livro. Antes de namorar, o Livro. Antes das redes sociais, o Livro…

domingo, 12 de abril de 2020

ELE VIVE!


Vocês estão procurando Jesus, o Nazareno, que foi crucificado. Ele ressuscitou! Não está aqui. Marcos 16:6, NVI

A cruz é central para nossa salvação. Mas que lembrança teríamos dela se não houvesse uma sepultura vazia? Afinal, muitos foram condenados a morrer em uma cruz. Quem e quantos foram eles? Não sabemos. Falamos dos ladrões crucificados, somente porque entre eles estava Jesus, que quebraria as cadeias do sepulcro horas depois. Houve também a cruz de Pedro, cuja vida estava ligada a Cristo e se tornou poderoso pregador da ressurreição. Assim, a sepultura vazia, de mãos dadas à cruz, configura o ápice daquele ato do plano da redenção.
Contudo, a ressurreição de Cristo foi uma surpresa para todos: para os apóstolos, para as mulheres da Galileia, para os líderes religiosos, para José de Arimateia e Nicodemos, para Pilatos e Herodes, para os dois discípulos a caminho de Emaús. Para toda essa gente, a morte de Jesus tinha sido o fim de Sua história. Mas não precisava ter sido surpresa para ninguém. O Mestre, por Seus ensinos e exemplo, havia provado ter o controle sobre a morte. Havia ressuscitado a filha de Jairo, o filho da viúva de Naim e Lázaro. Havia afirmado ser “a ressurreição e a vida” (Jo 11:25), estando habilitado a dar a própria vida e reavê-la. A profecia por meio do salmista declarava: “Não deixarás Minha alma na morte” (Sl 16:10).
Finalmente, transcorrido aquele histórico sábado de pesar, as mulheres foram completar o trabalho de ungir o corpo do Mestre com aromas, e encontraram a sepultura vazia. Na sexta-feira, a Terra tremera como que lamentando a morte do Filho de Deus. Na manhã do domingo seguinte, voltou a ser sacudida, como que manifestando a alegria de Seu retorno à vida, depois que Ele a entregara em nosso resgate.
A boa-nova do anjo foi infinitamente além de tudo quanto esperavam ouvir: “Ele ressuscitou! Não está aqui” (Mc 16:6, NVI). Hoje, porque Ele vive, não precisamos temer o amanhã. Porque Ele vive, a esperança se transforma em certeza! Porque Ele vive, nem mesmo a morte precisa ser encarada como uma tragédia absoluta, pois também nós viveremos. Em um dia, que não está muito longe, nossos mortos viverão! Sim, Cristo está vivo, sempre conosco em todos os tempos e situações. Ele vive! Ascendeu ao Céu, onde intercede em nosso favor, e virá partilhar conosco Sua vitória sobre o pecado, a morte e o mal. Em breve, participaremos do esplendor da Sua glória pelos séculos da eternidade! Alegre-se! Pela graça de Deus, você e eu participaremos desse momento glorioso.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

SEJA LUZ


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"Uma luz, por pequena que seja, se está sempre brilhando, pode servir para acender outras muitas. Nossa esfera de influência poderá parecer limitada, nossas capacidades diminutas, escassas as oportunidades, nossos recursos reduzidos; no entanto, se soubermos aproveitar fielmente as oportunidades de nossos lares, maravilhosas serão nossas possibilidades. Se abrirmos o coração e o lar aos divinos princípios da vida, poderemos ser condutos que levem correntes de força vivificante."


A Ciência do Bom Viver  - Pag. 349