A mulher disse-lhe: Eu sei que o Messias (que se
chama o Cristo) vem; quando ele vier, nos anunciará tudo.
Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo. João 4:25,26
Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo. João 4:25,26
Ao falar dos títulos de Jesus, “parece
lógico começar com ‘Messias’, visto que a igreja cristã deve seu nome ao
equivalente grego Christos,
o ‘Ungido’. A palavra hebraica designa a figura do libertador a quem os judeus
aguardavam e que seria o agente divino na inauguração de uma nova era para o
povo de Deus. Tanto o termo grego como o hebraico derivam de raízes que
significam ‘ungir’. É evidente que, ao chamar Jesus de ‘Cristo’, os escritores
do Novo Testamento viam-O como alguém especialmente separado para uma tarefa
específica.
“O título Christos ocorre mais de 500 vezes no Novo
Testamento. Embora houvesse entre os contemporâneos de Jesus mais de um
conceito de messianidade, geralmente se admite que, por volta do primeiro
século, os judeus concebiam o Messias como alguém que possuía especial relacionamento
com Deus. Ele surgiria no fim do tempo, quando o reino de Deus seria
estabelecido. Era alguém por meio de quem Deus interviria na História para o
livramento do Seu povo. Jesus aceitava o título de “Messias”, mas não
encorajava seu uso, pois o termo encerrava conotações políticas que
dificultavam o seu emprego. Embora relutasse em tirar proveito desse título em
público para descrever Sua missão, Jesus não repreendeu Pedro (Mt 16:16, 17) nem a mulher samaritana (Jo 4:25, 26) quando o utilizaram. Ele
sabia que era o Messias, conforme se deduz do relato de Marcos, onde Jesus
afirma que receberia galardão quem desse de beber um copo de água a um de Seus
seguidores, porque eles eram discípulos de Cristo (Mc 9:41)” (Tratado de Teologia Adventista do
Sétimo Dia, p. 186).
Fonte/Base:
http://www.escolasabatinaonline.com.br/estudo-adicional-75/
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