quarta-feira, 29 de maio de 2013

SE, POIS, O FILHO VOS LIBERTAR, VERDADEIRAMENTE SEREIS LIVRES. JOÃO 8:36



"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:32.

Nos Dez Mandamentos da Santa Lei do Altíssimo, registrados no capítulo 20 do livro de Êxodo, nos versos 4-6 está o segundo mandamento com o seguinte relato: “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque Eu, o Senhor teu Deus, Sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos”.

O salmo 115 informa que um dos motivos para a proibição da idolatria é que os ídolos feitos por mãos humanas, como são as imagens de escultura “religiosas” ou não, são deuses mortos. Então, vem-nos a pergunta: por que a “poderosa” Igreja de Roma retirou esse mandamento da lei, não o inserindo no seu catecismo e nem ensinando aos seguidores?

Ao lê o segundo mandamento, não presente nos dogmas da Igreja de Roma, o Altíssimo Criador disse: “... não te encurvarás a elas nem as servirás...”. Entretanto, fica claro que ninguém deve se encurvar e nem servir as imagens. Portanto, dá-se para entender que as imagens dos “santos” são um instrumento de dominação da Igreja Romana. Vejamos que essa tal Igreja tem “santos” para cada dia ano, que adorados, ou venerados como muitos assim dizem, como alvo de festejos “religiosos” denominados de padroeiros (as) das nações, dos estados, dos municípios, das cidades, dos povoados e até mesmo dos bairros. Nesse contexto percebe-se que ao servir e adorar as imagens dos “padroeiros”, impostas pelo catolicismo romano, os fiéis seguidores dessa instituição religiosa estão na realidade sendo servos não do Altíssimo Deus Eterno; mas, do Bispo e Chefe de Estado do Vaticano com sua cúpula que forma o papado.  Que vivem, ainda, com toda pompa luxuosa de uma igreja imperiosa que mantém o domínio em nome da fé.

A verdade é que somos servos daqueles ou daquilo que servimos. Assim, quando alguém recebe o Senhorio de Cristo em sua vida passa a ser servo dele, é óbvio! No entanto, o Senhor Jesus Cristo deixou bem claro: “Já não vos chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer” (João 15:15). Esse, sim, merece ser adorado, venerado, servido e ser seguido; pois em seu grande amor nos recebe não como servos, mas como amigos livres de quaisquer formas de opressão ou dominação.



JCML


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