quinta-feira, 3 de junho de 2021

ACUMULANDO TESOUROS

Que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida. 1 Timóteo 6:18, 19

Para o escritor bíblico, há perfeita harmonia entre essas duas afirmações aparentemente contraditórias: generosidade para repartir de um lado; e acúmulo de tesouros. Do ponto de vista das escrituras, é justamente o generoso em dar que está acumulando para si um tesouro eterno, que está lançando um sólido fundamento para o futuro e que está em condições de herdar a “verdadeira vida”. Nosso Mestre costumava dizer que “a vida de um homem não consiste na abundância de bens que ele possui” (Lc 12:15). O que entesoura para si mesmo é pobre, mas o que reparte com os necessitados “é rico para com Deus” (Lc 12:21). No dia do ajuste final, o que conta é ser “rico para com Deus”.

Sempre houve na igreja pessoas que, como Barnabé, se desfizeram de seus bens para aliviar as necessidades dos outros. Houve mesmo pessoas que passaram por alto suas necessidades para socorrer os irmãos, demonstrando o verdadeiro espírito de fraternidade cristã. Não somente na igreja apostólica havia pessoas movidas de genuíno altruísmo, mas em todas as épocas. Fritz Kreisler, o famoso violinista, pertencia a essa elite espiritual para a qual a generosidade era tão natural como o é para uma rosa exalar seu perfume. A seguir seu testemunho de amor ao próximo:

Não considero como meu o dinheiro que ganho […] apenas um fundo que é confiado a meus cuidados para um desembolso apropriado. Procuro constantemente reduzir ao mínimo minhas necessidades. Sinto-me moralmente culpado se encomendo uma refeição cara, porque isso priva alguém de uma fatia de pão – ou talvez alguma criança de um litro de leite. Minha querida esposa tem sobre o assunto exatamente a mesma opinião que eu. Os senhores sabem o que eu como; sabem como me visto. Em todos esses anos de êxito no mundo da música, não construímos ainda uma casa para nós. Entre a casa e nós acham-se todos os pobres destituídos de lar de todo o mundo.”

Quantas vezes oramos pelo poder pentecostal que operava na igreja primitiva! Mas se queremos sinceramente esse poder, devemos orar para sermos enchidos do mesmo espírito. Lucas caracteriza a igreja com uma frase maravilhosa: “Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum” (At 4:32).

O Espírito Santo poderia dizer o mesmo de nós?

Siegfried J. Schwantes, 21/2/1991

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/acumulando-tesouros/

quarta-feira, 2 de junho de 2021

NAS MÃOS DO MESTRE

 Entrou num dos barcos, o que pertencia a Simão, e pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia. Então sentou-Se, e do barco ensinava o povo. Lucas 5:3

Amanhecia sobre o Mar da Galileia. Os discípulos estavam cansados da pesca frustrada. Jesus tinha vindo relaxar um pouco à beira-mar, antes que Sua longa jornada começasse. Logo, as pessoas começaram a chegar. Eram tantas que Ele mal conseguia se mover: jovens e idosos, camponeses, pescadores, comerciantes, mestres da lei, pobres, ricos e muitos doentes.

Aproximando-se os discípulos da terra, Jesus entrou no barco de Pedro e pediu-lhe para se afastar um pouco da praia. Assim, todos O ouviam e viam melhor.

Jesus realizaria a pregação, mas Seu instrumento seria o barco de Pedro. O despretensioso e pequeno instrumento de trabalho foi honrado, transformando-se num púlpito de onde o Mestre abençoou a multidão e cujas palavras percorreram todo o mundo e cumpriram a obra que somente a eternidade revelará.

Quando acabou de falar ao povo, Jesus ordenou a Pedro e demais discípulos que levassem o barco para águas mais profundas e lançassem as redes.

Para a sabedoria humana, aquela ordem era inútil, mas Pedro obedeceu e confiou nas palavras de Cristo. E apanharam tantos peixes que as redes começaram a se romper. Precisaram chamar outro barco para ajudar. E ambos os barcos se encheram tanto que quase afundaram.

Imagine o impacto dessa experiência na vida daqueles humildes pescadores! O poder divino atraíra os peixes para a rede de Pedro, mas o coração de cada um deles foi atraído pelo Mestre para a pescaria de homens. E, deixando tudo, seguiram Jesus.

Deus está interessado em nosso êxito e permite-nos os fracassos para recomeçarmos da forma correta. Ele Se aproxima de nós do jeito que estamos e coloca propósitos especiais nos recursos que temos à mão. Jesus transformou o barco de Pedro em púlpito. Depois, a mesma rede que não proporcionara êxito foi usada, num tempo fora de cogitação, para os surpreender com muitos peixes!

Pedro ofereceu ao Senhor o que tinha e obedeceu-Lhe sem reservas. Você está disposta a oferecer ao Senhor os instrumentos que tem nas mãos e a obedecer-Lhe, mesmo enfrentando as piores circunstâncias?

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/nas-maos-do-mestre/

terça-feira, 1 de junho de 2021

A ANTIGA E A NOVA ALIANÇA

Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para o servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a minha aliança, também os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha Casa de Oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is 56:6,7).

Jeremias afirmou que a nova aliança devia ser feita com “a casa de Israel” (Jr 31:33). Isso significa, então, que somente a descendência literal de Abraão, os judeus de sangue e nascimento, deviam receber as promessas da aliança?

Não! Não acontecia assim nem mesmo nos tempos do Antigo Testamento. A nação hebraica, como um todo, tinha recebido as promessas da aliança. No entanto, os outros povos não estavam excluídos. Ao contrário, judeus e gentios foram convidados a participar das promessas, mas eles tinham que concordar em entrar naquela aliança. Hoje não é diferente.

5. Leia Isaías 56:6, 7. Quais condições eram colocadas aos que desejavam servir ao Senhor? Existe diferença entre o que Deus pediu a eles e o que Ele pede de nós hoje?

Embora a nova aliança seja chamada de “superior”, não há diferença nos fundamentos da antiga e da nova aliança. É o mesmo Deus que oferece salvação do mesmo modo, pela graça (Êx 34:6; Rm 3:24); é o mesmo que busca um povo que, pela fé, reivindique Suas promessas de perdão (Jr 31:34, Hb 8:12); o mesmo que busca escrever a lei no coração dos que Lhe obedecem em uma relação de fé (Jr 31:33, Hb 8:10), sejam judeus ou gentios.

No Novo Testamento, quando os judeus aceitavam a eleição da graça, recebiam Jesus Cristo e Seu evangelho. Por algum tempo eles foram o coração da igreja, “um remanescente segundo a eleição da graça” (Rm 11:5) em contraste com os que “foram endurecidos” (Rm 11:7). Ao mesmo tempo, os gentios, que anteriormente não criam, aceitaram o evangelho e foram enxertados no verdadeiro povo de Deus, não importando o povo nem a etnia a que pertenciam (Rm 11:13-24). Portanto, os gentios, que “naquele tempo [...] estavam sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa” (Ef 2:12), foram aproximados no sangue de Cristo. Jesus está mediando a “nova aliança” (Hb 9:15) para todos os que creem, independentemente da nacionalidade ou etnia.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/licao/a-nova-alianca/

segunda-feira, 31 de maio de 2021

domingo, 30 de maio de 2021

BONDADE E AMOR

 Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a Sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos. 1 João 3:16

Certa vez, o pastor George Vandeman, primeiro orador do programa Está Escrito, no Brasil, contou durante um sermão uma história muito interessante. Uma manhã, na hora do rush, Elizabeth ia de carro para o trabalho. Estando muito perto do carro da frente, não conseguiu parar a tempo quando o motorista pisou no freio. Seu carro bateu no para-choque traseiro do carro à frente. Elizabeth saiu, observou os prejuízos e começou a chorar. Ela sabia que era culpada. Acontece que seu carro era novinho. Como ela poderia encarar o marido?

O outro motorista foi simpático e sugeriu que ambos anotassem o telefone um do outro e os números dos documentos. Ao anotá-los, ela viu um bilhete com uma letra conhecida. Havia uma mensagem deixada pelo marido: “Em caso de acidente, lembre-se, querida, é você que eu amo e não o carro.”

Isso é bondade no momento certo. Esse é o tipo de bondade fruto de um amor que dura para sempre. É impossível haver relacionamento saudável sem paciência, perdão, tolerância, bondade e amor. Todos vivemos fragilizados nestes tempos de pressa e ansiedade. Necessitamos desse tipo de atenção.

Há uma forte tendência de supervalorizarmos as coisas e nos esquecermos das pessoas, mas devemos ter em mente que é o amor que nos torna verdadeiramente humanos e filhos de Deus.

A Bíblia nos mostra que o amor e a bondade de Deus andam juntos: “Há muito que o Senhor me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí” (Jr 31:3, ACF).

O amor significa entrega incondicional. Quem vive esse amor vive em estado constante de perdão. Esse sentimento é espelhado no maior ato de entrega que este mundo já conheceu: Deus doando o próprio Filho para a salvação do pecador. Portanto, todo amor verdadeiro tem em sua essência um componente divino. Hoje, viva o amor e espalhe bondade.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/bondade-e-amor/

sábado, 29 de maio de 2021

SINAL DA ALIANÇA

  “Os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua de geração em geração” (Êx 31:16).

O sábado é como um prego martelado que, com regularidade constante, nos faz voltar cada semana ao fundamento de tudo o que somos ou podemos ser. Estamos sempre tão ocupados, correndo atrás de nossos afazeres, ganhando e gastando dinheiro, correndo para lá e para cá, indo a todos os lugares. Mas então chega o sábado, que nos conduz novamente ao nosso fundamento, o ponto de partida de tudo, pois o que tem significado para nós existe unicamente porque Deus o criou e a nós também.

Com incessante regularidade e sem exceções, o sábado surge silenciosamente no horizonte e em cada fresta e fissura da nossa vida. Ele nos lembra de que tudo pertence ao Criador, Aquele que nos colocou aqui, o Deus que “no princípio” criou os Céus e a Terra, um ato que continua sendo o fundamento de toda a fé cristã e do qual o sábado é o sinal irrefutável e insubstituível.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/licao/o-sinal-da-alianca/

sexta-feira, 28 de maio de 2021

FELIZ SÁBADO!!!

 
E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei. João 14:13,14