domingo, 28 de outubro de 2018

A GRANDE MUDANÇA


Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro em mim um espírito inabalável. Não me repulses da Tua presença, nem me retires o Teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da Tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário. Salmo 51:9-12, ARA

Depois de aprender, pela Bíblia, que Deus realiza a mudança em nossa vida, pedi que Ele transformasse meu coração e meus sentimentos. Orei pedindo a graça de ser meiga, bondosa e perdoadora.
Enquanto orava por essa mudança de coração, também aprendi que eu seria transformada se contemplasse Cristo, conservando os olhos Nele. Seu convite para mim foi: “Venham a Mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e Eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o Meu jugo e aprendam de Mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve” (Mateus 11:28-30).
As palavras de uma escritora inspirada a respeito de João, discípulo de Cristo, também me descreviam: “O próprio João, que chegou a ter mais íntimo convívio com o Manso e Humilde, não era de si mesmo dócil e submisso. Ele e seu irmão foram chamados ‘filhos do trovão’ (Marcos 3:17). Durante o tempo em que viveram com Jesus, todo menosprezo a Ele mostrado lhes despertava a indignação e a combatividade. Mau gênio, vingança, espírito de crítica, tudo se encontrava no discípulo amado. Era orgulhoso e ambicioso de ser o primeiro no reino de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 295).
A grande mudança que ocorreu no coração de João também ocorreu em mim, e pelo mesmo processo. “Mas dia a dia, em contraste com seu próprio espírito violento, contemplava a ternura e longanimidade de Jesus, e aprendia-Lhe as lições de humildade e paciência. Abriu o coração à divina influência, e tornou-se, não somente ouvinte, mas cumpridor das palavras do Mestre. O próprio eu se escondeu em Cristo. Aprendeu a levar o jugo de Jesus, a suportar-Lhe o fardo” (ibid.).
Querida irmã, você já experimentou essa grande mudança de vida desde que passou a conhecer a Cristo? Caso não tenha experimentado, você também pode ser transformada à semelhança de Jesus ao aprender Dele e contemplar quem Ele é. Ele lhe dará um novo coração.
Omobonike Adeola Sessou
Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-grande-mudanca-parte-2/

sábado, 27 de outubro de 2018

A RELIGIÃO DE CRISTO


A RELIGIÃO DO SEGUIDOR DE CRISTO 


Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redarguidos pela lei como transgressores. Tiago 2:9

Por Sua vida, Cristo fundou uma religião em que não há classes sociais; judeus e pagãos, livres e servos são iguais perante Deus e reunidos por um vínculo fraternal. Nenhum exclusivismo influía em Seus atos. Não fazia distinção alguma entre compatriotas e estrangeiros, amigos e inimigos. O que Lhe atraía o coração era a pessoa sedenta da água da vida”
(Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 190, 191).

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

VÍCIOS GRATIFICANTES


Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal. Provérbios 3:7

A maioria das pessoas gosta de ser louvada e gratificada por aquilo que é e faz. Alguns chegam a afirmar que “quem diz que não gosta de receber louvores é hipócrita ou mentiroso”. Mas existem indivíduos tão viciados em enaltecimentos que, se ninguém o fizer, eles mesmos começam a se engrandecer. Você já se perguntou: “Será que sou viciado em elogios e recompensas?”
Boa parte desse vício provém de nossa natureza pecaminosa e da forma que nossos pais e professores nos educaram. Em 26 de outubro de 1993, foi lançado o livro de Alfie Kohn chamado Punido pelas Recompensas: Os problemas causados por produtividade, planos de incentivos, remuneração variável, elogios, participação nos lucros e outras formas de suborno. O autor argumenta que todo o sistema de recompensas de alunos e trabalhadores tende a suborná-los e deveria ser substituído pela motivação da colaboração (trabalho em equipe), conteúdo (atividades significativas) e escolha (autonomia).
Um provérbio popular diz que “a bajulação não leva a lugar algum”. Ellen White declara: “Os homens não devem ser exaltados como grandes e maravilhosos. É Deus quem deve ser engrandecido” (Medicina e Salvação, p. 168). “Não se devem fazer nem esperar elogios; pois isso tem a tendência de fomentar a confiança própria em vez de promover a humildade; de corromper em lugar de purificar” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 3, p. 474). Isso quer dizer que devemos ser frios com os outros e indiferentes? De maneira nenhuma.
Há uma diferença importante entre os negativos enaltecer subornar as pessoas e os positivos elogiar estimular. Sobre a importância do reconhecimento, somos ensinados: “Muitos há para quem a vida é uma penosa luta; sentem suas deficiências, e são infelizes e incrédulos; pensam nada terem por que ser agradecidos. Palavras bondosas, olhares de simpatia, expressões de apreciação seriam para muitas pessoas lutadoras e solitárias como um copo de água fria a uma alma sedenta” (O Maior Discurso de Cristo, p. 23)
Podemos fazer a diferença na vida dos outros. Que o Senhor nos conceda a melhor atitude e as palavras corretas para incentivar as pessoas ao nosso redor. Lembre-se de que a cooperação e o reconhecimento inclusivos podem realizar muito mais do que competição e recompensa seletivas!
Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/vicios-gratificantes/

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

ENSINA-NOS A PERDOAR


Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Efésios 4:32, ARA

Perdoar é uma palavra simples, mas muito complexa de explicar, e mais ainda de praticar. Tenho percebido o quanto é difícil perdoar as pessoas que nos prejudicam. Entretanto, isso é necessário, para nossa sanidade e felicidade. Com frequência, oramos: “Pai nosso, que estás nos Céus! […] Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6:9, 12). Mas com quanta frequência praticamos o que pregamos? Agora percebo que quando você perdoa alguém, você se livra da raiva. A raiva pode corroê-la como um câncer. Isso não é bom, nem para a alma nem para a salvação. Você se torna uma prisioneira no próprio corpo. Quando perdoa, porém, você sai de cena e pede a Deus que assuma o controle. Vamos simplificar isso com duas situações opostas, hipotéticas.
1. Alguém magoa você. O que você faz? Você mata a pessoa. E vai para a prisão. Você tirou a própria liberdade e sofre até morrer. A pergunta é: Valeu a pena sentir raiva?
2. Alguém magoa você. O que você faz? Você sai de cena, pedindo a Deus que trate essa pessoa assim como Ele, em Sua sabedoria, julgar apropriado. Acredite. Ele nunca esquece.
Todas nós queremos bênçãos, e podemos experimentá-las em nossa vida quando renunciamos à raiva e perdoamos as pessoas. Isso não é fácil.
Precisamos orar, pedindo coragem para estimar a pessoa que nos prejudicou, bem como seguir o exemplo de amor e perdão de Cristo. Quando fazemos isso, permitimos que Deus nos conceda Sua misericórdia.
O Salmo 27:11 diz: “Ensina-me o Teu caminho, Senhor; conduze-me por uma vereda segura por causa dos meus inimigos.” Nesta vida, teremos inimigos; mas, como cristãos, precisamos encontrar o poder de perdoar ao dependermos de Deus. Todos somos pecadores salvos pela graça. Quem, então, somos nós para julgar alguma pessoa?
O Salmo 30:5 diz que “o choro pode persistir uma noite, mas de manhã irrompe a alegria”. Todos nós já fomos magoados. Acredite quando eu digo que Deus toma nota de cada lágrima que cai.
Deborah Matshaya
Fonte: mais.cpb.com.br/meditacao/ensina-me-a-perdoar/

domingo, 21 de outubro de 2018

UM OBITUÁRIO SIMPLES


Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a Sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo. 1 Coríntios 15:10

Não são muitas as pessoas que têm a mesma mente aguçada e o raciocínio lógico de John N. Andrews (1829-1883). Capaz de ler em cerca de sete idiomas, tinha vasto conhecimento de história secular e religiosa. Quando lhe perguntaram qual porção da Bíblia ele sabia de cor, respondeu: “Não presumo ser capaz de repetir todo o Antigo Testamento, mas tenho certeza de que, se o Novo Testamento se perdesse, eu conseguiria reproduzi-lo palavra por palavra.” Não é de se espantar então que, depois de ser enviado como o primeiro missionário oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia à Europa, Ellen White tenha escrito para o líder da igreja naquele continente: “Estamos lhe enviando o homem mais capaz de nossas fileiras.”
Depois de trabalhar por mais de oito anos na Europa, Andrews sentiu que sua vida estava chegando rapidamente ao fim. Prostrado por uma tuberculose, escreveu uma carta no dia 24 de abril de 1883, de Basileia, na Suíça, para seu amigo íntimo Uriah Smith, editor da Review and Herald. Na carta, Andrews afirmou:
No presente, por causa de meu estado de grande prostração, sou levado a olhar face a face para a morte. Há algo que me incomoda e menciono a você em forma de pedido. Será sua responsabilidade mencionar minha morte na Review. Suplico-lhe que faça a declaração mais simples e breve possível.
E incumbo-lhe solenemente de excluir qualquer palavra de elogio. Um terço de uma coluna da 
Reviewbastará para tudo que precisa ser dito.
Faço esse pedido, pois temo que sua terna consideração por mim o fará sentir-se compelido a dizer coisas que não mereço e que não devem ser ditas. Meus melhores atos tiveram algum traço de egoísmo ou tiveram falta de amor por Deus e pelas pessoas. Rogo-lhe, portanto, por toda afeição que você sente por mim, que leve em consideração esse meu ávido pedido.”
No dia 21 de outubro de 1883, Andrews faleceu, e seu pedido foi totalmente honrado. A Review de 30 de outubro saiu do prelo com um obituário intitulado “A morte do pastor Andrews”, sem grandes louvores por suas realizações.
Que maravilha a vida dos indivíduos extremamente talentosos que permanecem humildes, mesmo quando cercados de sucesso e elogios!
Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/um-obituario-simples/

sábado, 20 de outubro de 2018

UNIDADE ENTRE CRISTÃOS


Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.
João 10:16

Leia Marcos 9:38-41 e João 10:16. O que a resposta de Jesus ao apóstolo João ensina sobre exclusivismo e julgamentos precipitados quanto à identidade dos verdadeiros seguidores de Jesus?
Os adventistas entendem que a oração de Jesus, em João 17, tem aplicação direta à unidade da igreja. Devemos estar unidos para cumprir nossa missão de compartilhar com o mundo as três mensagens angélicas. Sobre esse assunto não há discordância.
Mas, e quanto à unidade com outros cristãos? Como devemos nos relacionar com eles à luz da oração de Jesus?
Deus tem fiéis em outras igrejas, mesmo em Babilônia (Ap 18:4). Ao mesmo tempo, sabemos que existe uma apostasia entre os que professam o nome de Cristo e que, nos últimos dias, muitos falsos cristãos se unirão uns com os outros e com o Estado para realizar a perseguição representada vividamente em Apocalipse 13:1-17. Portanto, os adventistas são cautelosos quanto ao envolvimento em convocações em favor da unidade com outras igrejas, como é visto no movimento ecumênico.
Como, então, devemos nos relacionar com outras denominações? Ellen G. White escreveu o seguinte a respeito do trabalho em conjunto com outros cristãos, sobre uma questão específica: “Submetendo o agente humano sua vontade à vontade de Deus, o Espírito Santo impressionará o coração daqueles a quem o agente humano ministra. Foi-me mostrado que não devemos evitar o contato com os membros da União Feminina de Temperança Cristã. Unindo-nos com elas no esforço pela abstinência total não estamos mudando nossa posição sobre a observância do sétimo dia, e podemos mostrar nossa apreciação pela posição delas na questão da temperança. Abrindo-lhes a porta e convidando-as a se unirem conosco no que respeita à temperança, garantimo-nos seu auxílio nesse setor; e elas, unindo­-se conosco, ouvirão novas verdades com as quais o Espírito espera impressionar os corações” (Beneficência Social, p. 163).
Embora estivesse lidando com um problema específico em um momento específico, Ellen White apresentou princípios a respeito da nossa relação com outros cristãos, especialmente na questão da união em torno de uma causa.
Primeiramente, podemos trabalhar com outros cristãos em interesses sociais comuns. Em segundo lugar, se nos unirmos a eles, devemos fazê-lo de maneira a não comprometer nossas crenças nem práticas. Em terceiro lugar, podemos e devemos usar essa “unidade” para compartilhar as preciosas verdades com as quais fomos abençoados.
Fonte: https://mais.cpb.com.br/licao/a-fim-de-que-todos-sejam-um/

domingo, 14 de outubro de 2018

EMBAIXADORES DE CRISTO E NÃO DO HOMEM PECADOR


De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.
2 Coríntios 5:20

Enfatize o fato de que, quando nos denominamos cristãos, as pessoas ao redor começam a julgar o cristianismo e o caráter divino com base no que observam nas nossas interações, quer estejamos conscientes ou não de nossa influência.
Todo cristão é chamado a ser um embaixador de Deus. Nosso modo de pensar e agir tem impacto sobre a forma com que o mundo entende o caráter divino. Quando agimos de maneira egoísta, causando desarmonia, o mundo discerne um Deus dividido e sem poder. Mas quando demonstramos amor e união, demonstramos o verdadeiro caráter divino.
Você já foi um embaixador involuntário? Que tipo de impressão suas ações deixaram a respeito do que você representava? Você tende a deixar uma impressão melhor quando escolhe ser um embaixador? Justifique sua resposta.
Fonte/Base: https://mais.cpb.com.br/licao/a-fim-de-que-todos-sejam-um/